Internação Compulsória

O que é Internação Compulsória

É aquela determinada pela Justiça. A internação compulsória é determinada, de acordo com a legislação vigente, pelo juiz competente, que levará em conta as condições de segurança do estabelecimento, quanto à salvaguarda do paciente, dos demais internados e funcionários.

Não deve ser confundida com a internação involuntária, que é aquela decidida pela família com aval psiquiátrico.

A internação compulsória sempre foi tema bastante polêmico, alvo de discussões bastante acaloradas entre os defensores e os contrários a esta modalidade de internação.

Internação compulsória: Tema polêmico

O aumento dos casos de violência relacionados ao uso de drogas tem aumentado consideravelmente. Cada vez mais e mais pessoas abandonam suas famílias, empregos,  vida produtiva e a felicidade arrastadas pelo fantasma da dependência química.

Esta multidão está tomando as ruas das grandes cidades e prejudicando a segurança e a atividade comercial dos grandes centros. Esta situação afeta de forma bastante considerável a economia além de tornar-se um caso de saúde pública.

A questão ideológica na internação compulsória

Hoje em dia a sociedade civil, seus representantes políticos e os movimentos coletivos não chegam a consenso principalmente devido as questões ideológicas de cada vertente.

O foco deixou de ser o ser humano que sofre com as consequências de sua dependência química e passou para a área ideológica. Quem conhece a realidade e passa pela dificuldade não está nesta discussão. São eles o dependente químico ou o portador de um transtorno psiquiátrico grave e sua família desamparada.

A Internação Compulsória é um benefício.
A Internação Compulsória é determinada pelo juiz.

A internação compulsória não é castigo, na verdade é benefício e um direito. Ela é em muitos casos a alternativa de tratamento para quem perdeu o senso crítico e cometeu pequenos crimes em substituição ao sistema carcerário.

Também é a solução para muitas famílias  carentes que não podem pagar por um tratamento adequado. Isto ocorre porque  o juiz pode determinar ao poder executivo municipal ou estadual a cobertura dos custos do tratamento.

 

 

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